Oficinas de construção de instrumentos e iniciação a percussão no FML- Festival de Musica de
Londrina- 2002 e 2003










Oficinas passadas

Oficina de construção no Sesc Araxa em Macapá-AP 1996


Oficinas passadas

Oficinas de construçãode instrumentos, de percussão e cordenação da bateria do bloco nos anos de 1999 e 2000 na Asmares- Associaçãodos dos Catadores de Papel de Belo Horizonte para o bloco de carnaval da entidade.

Oficinas passadas



Oficina de construção e iniciação a percussão em Capim Branco-MG 1997

Oficinas passadas

Oficinas realizadas no Parque Lagoa do Nado pela Secretaria municipal de cultura nos anos de 1996 e 1997


Oficinas passadas




Oficina realizada na cidade de Salto da Divisa
durante o Festivale- Pela Fecaje, Federação das entidades culturais do Vale do Jequitinhonha- 1994

Oficinas Passadas


Oficina realizada para professores da rede estadual de ensino da Fundação para o Desenvolvimento da Educação- São Paulo- 1989

AMÉRICA LATINA - um encontro necessário - Oficina de construção de instrumentos




Durante a Oficina serão confeccionados instrumentos de percussão que poderão ser utilizados pelos participantes em suas atividades culturais habituais.Carlinhos Ferreira acredita que com as técnicas de construção abordadas na oficina o aluno estará capacitado para, em grupo, ou individualmente, exercer profissionalmente o ofício de construir artesanalmente instrumentos, com a possibilidade de comercializá-los, o que acarretará em geração de renda. Outro fator observado neste trabalho é o seu importante papel social na manutenção de grupos de cultura popular existentes na cidade e região, além dos alunos serem os multiplicadores desses resultados, dando assim, oportunidade a outras pessoas de serem aprendizes e consequentemente educadores culturais.

Oficina Sons da Mata em Leopoldina

Oficina Sons Da Mata em Leopoldina


Estive em Leopoldina nos dias 5, 6, e 7 ministrando uma oficina de percussão para os integrantes do grupo de percussão Sons da Mata na Usina Cultural de Leopoldina, grupo esse que tem a regência da professora Rosenilha Fajaardo Rocha. Por decisão do próprio grupo abordamos a rítmica Mineira trabalhando ritmos como: o Batuque do Jequitinhonha, o marujo, o catopé, o congo, o Moçambique, o caboclo...
Como se trata de um grupo muito bem organizado pela professora e demais pessoas que formam a coordenação, o trabalho pode ser abordado de forma diferenciada, e o aproveitamento Maximo, onde os ritmos trabalhado eram definidos previamente pelo próprio grupo.





Como já é característica das minhas oficinas alem da abordagem pratica dos ritmos também é trabalhado as histórias, ritos, religiosidade, tradição, hereditariedade, função dos mesmo e suas abordagens históricas. Dentro do grupo essa necessidade se fez também pelo aspecto já desenvolvido pedagogicamente com a orientação do antropólogo Osvaldo Giovannini Jr, tópicos sobre a cultura popular e pesquisas de campo já fazem parte do cotidiano curricular do grupo por tanto gestões ligadas a historia e a pesquisa já são desenvolvidos .
















Um outro aspectos interessante dessa oficina em particular foi o fato de que todos fizeram a oficina, alunos e orientadores, e isso ajudou muito, pois as pessoas responsáveis estavam presente o tempo todo ajudando na organização e orientação do alunos. Ao final chegou -se a resultados e metas esperadas, tendo o grupo agora muito trabalho a fazer a partir do que foi semeado durante a oficina.
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Taí, oficina de ritmos brasileiros deveria chamar-se antropologia da música. Mais do o silêncio brincando de som, mais e mais... marca eterna na vida de quem tem a sorte de encontrar com alguém tão consistente como carlinhos ferreira! Valeu por tudo! parabéns!

Fabrícia Valle
Grupo Tambuzada (Juiz de Fora)



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Oficina em Poços de Caldas, no Conexão Telemig Celular

Estou realizando um projeto aprovado pela lei de incentivo à cultura de Minas Gerais e patrocinado pela Telemig Celular chamado Conexão Telemig Celular, o projeto acontece em cidades do interior de Minas e Belo Horizonte, além de shows musicais que, com certeza, fazem a divulgação do mapeamento da música no estado, são promovidas oficinas e palestras sobre o fazer musical, que contemplam desde aulas de música propriamente, até cursos ligados a elaboração de projetos, som, iluminação, gestão, articulação, desenvolvimento e produção musical .... Cujos resultados causam uma movimentação no cenário local e por que não dizer no estado. . Nesse final de semana de 27 à 30 de setembro o projeto aconteceu em Poços de Caldas, onde estive lançando O CD Percuciência e também realizando minha oficina de Iniciação a Percussão. Com o publico formado em sua maioria por pessoas da cidade, ali estavam presentes: atores, professores, músicos, capoeiristas, dançarinos, contadores de histórias e pessoas da comunidade, incluindo crianças. A turma, que a princípio seria de 25 alunos, foi realizada com mais de 40. Os resultados obtidos foram muito bons, tendo um retorno super legal por parte dos alunos participantes. A base do trabalho desenvolvido foi o mesmo que venho fazendo a alguns anos. Novamente foi trabalhado o conceito da "desconstrução" de idéias que atrapalham ao invés de ajudarem na abertura do pensar para o conhecimento. Música é e tem que ser para todos e tem que ser incentivada na pessoa desde seus primeiros passos como protagonista de sua história e expressividade. A criança precisa ser livre para poder investigar à vontade o universo sonoro que a rodeia. Ao acontecer isso teremos com certeza sujeitos muito mais felizes e soltos sem travas para o e aprendizado da música.

Simpósio Internacional de Contadores de Histórias


Aconteceu nos dias 23, 24, 25 e 26 de agosto no Rio de Janeiro o VII Simpósio Internacional de Contadores de histórias, fruto de uma parceria da Prieto Produções e o Sesc Rio de Janeiro. O evento contou com participações de contadores do Brasil, AméricaLatina e Europa. Uma programação recheada de contação de histórias, debates, lançamentos de livros e discos, apresentações artísticas, oficinas e mercado da palavra (feira) Recebi o convite da organização do evento para participar como oficineiro e lá estive realizando duas oficinas curtas de três horas de duração cada, nos dias 23 e 25. Se inscreveram para a oficina um publico formado por contadores, músicos, atores, professores ...



O quorum oficial para cada turma era de 30 alunos, porém sempre apareciam alguns ouvintes interessados. Inserido e alinhado ao simpósio, trabalhei o tema: Sons que contam histórias, e procurei explorar um aspecto que já venho desenvolvendo há alguns anos, que é o da desconstrução de alguns preconceitos com o tocar, o fazer musical...
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A proposta foi a de resignificar o pensamento errôneo de que existe a necessidade de ser músico para fazer musica, de quebrar mitos que rodeiam alguns instrumentos musicais (tocar, segurar, tirar som) e de sensibilizar para uma nova forma de investigar, pesquisar e tocar os instrumentos. Foi proposto logo de início, que se construísse um outro olhar a respeito de ritmo, lateralidade, velocidade, intensidade, criação, dinâmica, práticas sonoplásticas, e mais tantas outras fórmulas pré-estabelecidas que por questões, muitas vezes de desinformação criam resistências e medos desnecessários ligados ao fazer musical. Muitas vezes, o que chamamos de incapacidade e " falta de ritmo" estão ligadas a antigas barreiras negativas forjadas em nossos processos educativos e sociais. Um simples fato corriqueiro em nossa infância, como batucar com a colher de sopinha na mesa e sermos repreendidos por pessoas próximas, vão se acumulando e gerando um verdadeiro bloqueio musical. Os mitos de que o percussionista é um ser escolhido, que samba e coisa de "negão", que as mulheres não podem tocar tambor, que algumas pessoas não teriam ritmo foram debatidos e trabalhados.



Chegou-se a um consenso de que na realidade é preciso pensar uma nova forma de educar sem que se crie tabus, preconceitos musicais, afirmando-se que música é pra todos. Independente de sexo, raça ou credo, todos nós somos dotados de talentos musicais e temos plena capacidade de desenvolver esse fazer no nosso dia-a-dia. Educação musical é necessária para que nos transformemos em seres melhores, mas exige-se uma nova forma de educar. Este é meu intuito, educar através de um caminho que passe pelo prazer, pela liberdade, que seja construído sem que se limite ou crie prisões e amarras. Temos um universo cheio de sons esperando para serem trabalhados e organizados, transformando-os de ruídos em música: - então mãos a obra! desconstrua a fala que diz existirem sons feios, desafinados ou sujos e transforme-os!

Comentários dos alunos
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Fala Carlinhos!
Querido mestre da percussão!
Foi um prazer te conhecer,
mais uma vez te agradeço pelo conhecimento e
vivência maravilhosos que nos transmitiu com muita didática e sabedoria no Simpósio!
Seu CD tanto quanto seu trabalho é maravilhoso,Parabéns de coração meu véio!
Tô enviando logo esse e-mail pra manter o contato...
Valeu demais!

Um abração!
Paulinho


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Quero agradecer pelos momentos maravilhosos em sua oficina.
Parabéns pelo profissional que você é.
Muito sucesso!

Zezé Ramalho a ex sem rítmo!

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Amei a sua oficina. Realmente mexeu comigo. Comecei a semana seguinte
pedindo um padeiro emprestado, tirando a poeira do violão q o meu pai deixou
pra mim. E essa semana fui no Musical carioca e comprei um pandeiro. Todo
dia toco um pouco e ainda estou levando para as minhas oficinas onde sou
professora de interpretação.

Ana Cristina

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Oi Carlinhos!

eu sou a moça que contou a Lenda do Guaraná na oficina, lembra?

...foi forte o contato contigo...

beijo grande e obrigada

Ana Luiza

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OFICINAS



Carlinhos Ferreira ministra as seguintes oficinas:
* Oficina curta (3 horas) -
 - Caixa de Folia;
* Oficinas longas (15 horas)
 - Construção de Instrumentos Percussivos,
 - Iniciação à Percussão, 
 - Universo percussivo brasileiro na viola caipira.
 Todas elas são um convite para um despertar coletivo e para o início de uma grande celebração. Nesses quatro momentos a cultura popular brasileira aparece lendária, rica e fascinante, costurando toda a nossa história rítmica.